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P.P.F. S.
Trecho
Trecho do livro
Convenhamos de que tudo isto possa aparentar uma história ou estória em que o subtítulo assume o posto de título, tornando-o fato secundário superior ao primário. Fazendo deste processo um inversor de águas, tal como de verossimilhança a uma cachoeira onde as águas jorram de baixo para cima, confundido por sua vez, os salmões que não entendem mais o fluxo da queda daquele rio ao contrário. Isto é, uma grande expressão de arte da vida contemporânea pós-moderna. Mas deixemo-nos meu sangue de lado. Tamparei prontamente esta ferida da veia do pulso e voltarei a escrever com tinta azul. Daquela que nos engana vez por outra, ou confunde apenas. E tamanho azul do céu, que mal faz nossas vistas visualizarem as estrelas em pleno meio dia. Tamanha confusão de luz incandescente do sol que ofusca as demais. Demasiada visão obstruída, que poderá também acontecer aqui.
P.P.F. Simões
As Influências de Ordem e Progresso
Vale ressaltar que do livro escrito no ano de 2008, nunca fiz uma pesquisa para tal.
Ela houve, de fato, mas houve antes de começar a escrever o livro sem nenhuma intenção literária.
E são elas:
Povo Brasileiro de Darcy Ribeiro
Casa, Grande & Senzala de Gilberto Freyre
Raízes do Brasil, e, Visão do Paraíso de Sérgio Buarque de Holanda
Viva o Povo Brasileiro de João Ubaldo Ribeiro
Estrutura Familiar e Mobilidade Social de Ruth Cardoso (tese)
Foram livros, e uma tese que li bem antes, como disse sem nenhum intuito literário, apenas o de conhecer melhor a cultura deste país; mas surgiram a medida, quando começava a escrever e desenvolver o Romance Ordem e Progresso.
P.P.F. Simões
Greve
As greves, sejam quais forem, sempre têm como um viés histórico, enxergadas socialmente como algo escrupuloso, maldito e odioso. Sejam de médicos, de professores, de estudantes, de bancários.
São horas perdidas a ir ao trabalho, ou faculdade, transportes públicos que sobrecarregam em demasia; problemas de uma exorbitância acima de nossa compreensão que ocorrem em dias de greves. O que vale nos ressaltar que o problema do transporte público (ou outros) sempre há, e na greve ocorre a superlotação, entretanto não torna a greve responsável por isto.
Mas enfim, ou hora são professores taxados de vagabundos por, legalmente consoante a constituição tentarem um direito não sanado.
Estes abaixo, são dois exemplos de como o Brasil historicamente, nunca foi um país socialmente adepto as greves. Sejam motivos herdados da ditadura e do período militar.
Greve de Fome feita por Estudantes
Ambas as greves, como também as que ocorrem em outros países como a França, houve uma comunhão geral de toda a população à favor da greve. Mas quando se trata de nosso Brasil, parece que é mais bonito, mais moralista, mais politicamente correto cruzar os braços quando o preço do transporte público simplesmente aumenta, ou, o mensalão e seus derivados surgem às recônditas espreitas do congresso nacional. Ou ainda, quando as greves são utilizadas como meio políticos para pessoas se candidatarem a deputados, vereadores ou senadores, ou ainda, Presidente.
No mais, cabe a mídia, se responsabilizar por suas queixas, dizendo aos telespectadores, “Estes motoristas de ônibus, tem que voltar ao trabalho”; é óbvio, pra quem é âncora dum telejornal é fácil julgar os motoristas de ônibus que ganham em um ano o que Eles ganham em um mês.
P.P.F. Simões
Bienal do Rio vai homenagear o Brasil
Rio de Janeiro – A 15ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro vai homenagear o Brasil. Em função do momento econômico e cultural do país, a gerente de Negócios da empresa organizadora da bienal, Tatiana Zaccaro, disse à Agência Brasil que “não tinha por que homenagear outro país que não fosse o Brasil”. O encontro ocorrerá no Riocentro, no período de 1º a 11 de setembro.
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A finalidade é estimular o hábito da leitura entre as crianças e adolescentes na faixa dos sete aos 14 anos de idade. “A ideia é aproximar os estudantes do universo dos livros. A gente tem uma série de atividades infantis focadas nesse público. Com atividades lúdicas e interativas com o universo literário, a gente visa a despertar o interesse deles pelas histórias, pelas narrativas, pelos livros.” Fonte: Correio Braziliense
Programação da Bienal pertinente a cultura Brasileira
01/09 Abertura: Mulher e Ponto
Participante Presidenta Dilma Rousseff
MediadorMônica Waldvogel
10/09 Café Literário
15:30
“Soy loco por tí”: visões de latinidade
Participantes Marcelo Ferroni, Fernando Morais, Maria José Silveira
MediadorEric Nepomuceno
Mais informações sobre a programação Bienal do Rio
Tarde de Autografos do Livro Ordem e Progresso
Dia: 11 de setembro, das 13:00 às 16:00 , Estande da Editora Novo Século.



